quinta-feira, 20 de maio de 2010

Daniel Ribeiro de Almeida Cirne

Daniel Ribeiro de Almeida Cirne, 27 anos, foi encontrado morto por esganadura em sua residência onde morava com a família, após o local ser invadido por assaltantes, São Vicente-SP, em 24/02/2009.


Durante o carnaval de 2009, Maura e Orlando, pais de Daniel Cirne, foram viajar para Cachoeira Paulista (Canção Nova) a um retiro de carnaval. Daniel Cirnetambém viajou só que para o litoral norte paulista, Maresias.


Na terça feira, logo de manhã, os pais receberam um telefonema da tia de Daniel Cirne dizendo que a casa deles tinha sido assaltada, logo em seguida eles foram para a rodoviária da cidade da Aparecida do Norte para voltarem para São Vicente.Daniel Cirne foi avisado e chegou primeiro.


Quando Daniel Cirne chegou os vizinhos que ouviram o barulho já tinham chamado a policia e a tia, irmã da Maura, já tinha feito o boletim de ocorrência. Foi constatado que os assaltantes não tinham levado nada, mas a porta tinha estava arrombada.


A tia de Daniel Cirne quis ficar com ele, entretanto, o mesmo disse que não precisava e ela foi embora. Alguns vizinhos ficaram de olho na residência. E em questão de algum tempo, viram a porta escancarada e encontraram o corpo deDaniel Cirne estendido, morto por esganadura.


Não se sabe se os assaltantes foram embora, ou ficaram escondidos desde a primeira vez. A única coisa que foi levada foi os parelhos de som.


Quando os pais de Daniel Cirne chegaram viram a rua cheia de gente nem imaginavam o que havia acontecido.

Até hoje não encontraram o assassino, ou os assassinos de Daniel Cirne.



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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Renné Senna


Renné Senna trabalhava desde criança como lavrador. Mais velho empregou-se num açougue, de onde saiu quando precisou amputar as pernas por complicações de diabetes. Sem emprego, contando apenas com a aposentadoria, vendia flores em cadeira de rodas à beira da estrada Rio-Santos. Foi abandonado pela primeira mulher, que levou sua única filha. A situação de Renné Senna ficou tão complicada que ele nem sequer tinha onde morar.

Os amigos descrevem
Renné Senna como uma pessoa generosa mesmo nos tempos de dificuldades. Mesmo à beira da miséria, ele dava parte de sua pensão do INSS à filha, Renata, e ajudava como podia os seus onze irmãos. Vivia de favor numa casa no quintal de uma escola.

Foi nesta deprimente situação que ele conheceu Adriana Almeida, residente no mesmo bairro que ele em Rio Bonito, por quem se apaixonou. Segundo os amigos ele mantinha distância porque não se julgava à altura dela. Adriana tinha um salão de beleza e era cobiçada pelos homens do bairro, mas antes de casar com
Renné Senna, sua vida financeira não ia bem. Fechou o salão de cabeleireiro porque não tinha dinheiro para pagar o aluguel do imóvel e passou a atender clientes em casa.

Em julho de 2005
Renné Senna viu sua vida mudar ao ganhar 52 milhões de reais na Mega-Sena. Logo comprou um quadriciclo de 19 mil reais, e deu imóveis aos irmãos. Depois do prêmio, tentou mudar de bairro e foi para o Recreio dos Bandeirantes, bairro nobre no Rio de Janeiro. Não se adaptou e voltou para Rio Bonito, que dizia ser o melhor lugar do mundo para viver. Construiu para si uma casa de 9 milhões de reais, onde acompanhava de perto a criação das 846 cabeças de gado e dos 12 cavalos. Andava com seguranças porque tinha medo de sequestro, mas não mudou seus hábitos. Continuava bebendo nos bares de Rio Bonito e conversando com os antigos amigos. “O Renné Senna era um santo. Tinha gente que se aproveitava disso”, disse Olívio Ferreira, comerciante do centro de Rio Bonito. Segundo ele, não era raro alguém, depois de uma conversa com Renné Senna, sair com R$ 10 mil.

Já Adriana mudou completamente depois do casamento com
Renné Senna, em 2006: parou de trabalhar e passou a circular em um automóvel Mercedes-Benz, sempre acompanhada por seguranças. Passava boa parte do tempo em uma academia de ginástica. Colocou silicone nos lábios, pintou os cabelos de louro e, quando foi presa, usava óculos imensos e se vestia como um clone de Daniella Cicarelli. Segundo um ex-funcionário da fazenda, Adriana obrigouRenné Senna a demitir os trabalhadores e contratar outros seguranças. Parentes dela foram empregados com salários de R$ 5 mil para funções banais na fazenda. “Enquanto isso ela não deixava nem os parentes dele irem lá”, afirmou o ex-funcionário.

Por Adriana,
Renné Senna modificou seu testamento. Os onze irmãos e a filha, antes os únicos beneficiários, passaram a ter de dividir com ela a herança em caso de morte. Quatro dias antes do crime, Renné Senna, em consulta habitual ao gerente do banco onde tinha tinha o dinheiro depositado, descobriu que Adriana havia sacado R$ 300 mil da conta conjunta do casal para comprar uma cobertura em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio. Sem saber da negociação e desconfiado da infidelidade da mulher, Renné Senna teria iniciado uma discussão, que resultou na saída da viúva de casa no dia seguinte. Ele teria avisado que retiraria o nome dela do testamento.


Em 07/01/2007, Renné Senna estava no bar do Penco sem seguranças, próximo à fazenda, quando dois homens encapuzados chegaram numa moto e o carona atirou em Renné Senna, matando-o instantaneamente. As balas acertaram a nuca, a têmpora esquerda, o olho esquerdo e o queixo do milionário. A possibilidade de assalto foi descartada pela polícia, já que os assassinos deixaram o relógio e o anel de ouro que Renné Senna levava. Sua pochete, porém, foi roubada pelos bandidos. No dia do crime, surgiram as primeiras acusações contra a viúva, vinda da família do morto: ela havia passado o réveillon com seu amante numa cobertura em Arraial do Cabo.



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Glauco Villas Boas

Glauco Villas Boas, 53 anos, foi assassinado em Osasco na madrugada, em 12/03/2010, por um dos praticantes da seita que coordenava. A princípio, os advogados da vítima divulgou à imprensa que o crime ocorrera durante uma tentativa de assalto seguido de sequestro, Glauco Villas Boas, teria tenatdo negociar com os bandidos, que o levariam e deixariam sua mulher e os dois filhos. Enquanto saíam de casa, um outro filho de Glauco Villas Boas (Raoni, de 25 anos) chegou ao local e tentou dissuadir os assaltantes, que atiraram e mataram pai e filho.

Esta versão foi posteriormente desmentida pela polícia que, após colher depoimentos das testemunhas do crime, chegaram ao nome do universitário Carlos Eduardo Sundfeld Nunes (Cadu). Armado com uma pistola automática e uma faca, o suspeito teria chegado ao local disposto a levar Glauco Villas Boas e sua família para a casa de sua mãe em São Paulo com o objetivo de afirmar à mulher que ele era Jesus Cristo. Glauco Villas Boas tentou negociar para ir sozinho, e chegou a ser agredido. No momento da discussão, porém, Raoni chegou de carro. Em seguida, Carlos Eduardo atirou contra pai e filho, por motivos ainda não esclarecidos.

O universitário foi detido na Ponte da Amizade, na tentativa de sair do Paraguai, em 15/03/2010, e, confrontado pela polícia, confessou o crime.

Os advogados de defesa do acusado consideraram o fato do réu sofrer de disturbios psicológicos e, por isso, merecia ter julgamento diferenciado. Porém, a psicologos afirmam que não poderia sofrer de distúrbio algum pois, a partir dos laudos da perícia e polícia, o acusado teve tempo para organizar o crime e planejar a fuga, logo, descaracterizando qualqeur forma de distúrbio psicologico.

Glauco Villas Boas e Raoni foram enterrados no cemitério Gethsêmani Anhanguera, zona norte de São Paulo.

O assassino de Glauco Villas Boas "Cadu" está detido e espera julgamento.


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Rodrigo da Silva Netto

Data do Ocorrido: 04/06/2006

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 05/05/1977 (29 anos)

Data de Falecimento: 04/06/2006

Sexo: Masculino

O guitarrista da banda Detonautas Rodrigo da Silva Netto, 29 anos, foi assassinado na avenida Marechal Rondon quando tentava escapar de quatro bandidos que queriam roubar seu carro, em 04/06/2006. O carro foi alvejado durante 100 metros até parar com a morte do guitarrista. No Astra preto de Rodrigo Netto (Nettinho)também estavam o irmão do músico, Rafael da Silva Netto, 32 anos, que levou dois tiros, e a avó deles, Maria da Silva Netto, 87 anos, que não foi atingida.

O guitarrista Rodrigo Netto (Nettinho) foi morto na hora com dois tios, um na axila e o outro no peito. Seu irmão foi operado e sobreviveu e sua avó não sofreu nenhum tiro.

Após quatro anos da morte de Rodrigo Netto (Nettinho), o assassino foi morto em uma troca de tiros com a polícia no Rio de Janeiro.



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Hermes Tadeu


Data do Ocorrido: 21/12/2003

Localização: Sorocaba (SP)

Data de Nascimento: 16/04/1978 (25 anos)

Data de Falecimento: 21/12/2003

Sexo: Masculino

Desenhista, ilustrador e quadrinhista. Nascido em 1978, na cidade de Sorocaba.

Começou a treinar o traço desde cedo copiando e criando personagens dos gibis.
Autodidata, iniciou profissionalmente com pinturas artísticas de fachadas, placas e decorações para festas infantis. Logo publicou seus primeiros trabalhos na edição nacional da Heavy Metal em 1996, a partir daí ilustrou vários trabalhos para o mercado Editorial e Publicitário nacional e norte-americano, criou também encartes de CD para várias bandas de Rock e Metal

Hermes Tadeu
estava descansando com a família na Praia Grande (SP), no final de semana antecedente ao Natal de 2003. No domingo, 21 de dezembro, estava fotografando a praia quando foi abordado por dois indivíduos armados, que anunciaram o assalto e efetuaram um disparo fatal, à queima-roupa. Evadiram-se do local após o homicídio em busca de outra vítima, que também foi abordada e assaltada a mão armada. Esta vítima acionou a polícia que efetuou a prisão em flagrante.

O criminoso que efetuou o disparo foi julgado e condenado a 33 anos e 2 meses de prisão por dois assaltos a mão armada e um latrocínio, todos cometidos contra turistas na mesma tarde de domingo.

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Sua Arte